quarta-feira, 2 de novembro de 2016
domingo, 6 de dezembro de 2015
Como é que
se faz mesmo?
Querendo me esvaziar de poemas antigos, escuto algo, que vem
de perto e me estreita os caminhos.
Uma impressão apenas, mas que é altar de toda uma
preocupação.
Muitos pontos é o que tenho distribuído e quando respiro é
com poemas antigos.
Que tristeza essa tal desilusão.
Tenho a impressão, uma apenas,e teimo, teimo,
porque,
ainda há desejo pelo GOSTO que intensamente os poemas me
doavam.
E,
é nesse desejo que a vida se equilibra e amorna, no desejo
apenas,
equilíbrio de indeciso,
equilíbrio de espera,
equilíbrio de busca impensada,
equilíbrio de uma certeza que tem dois nomes – ilusão e
covardia.
Lai
Câmara
domingo, 10 de agosto de 2014
Estupidez de uma Menina
Chorou de refém...;
De cabeça erguida...;
Implorou um além na despedida
Não queria tal pobre rima.
Estupidez na aurora e no porem
“Intrando” na vagina
Ora! Que fazes de tu maldita menina!?
“Uma trouxa de roupa suja é mais digna”
Estupidez mendiga, mendigando, não implica!
Tola como a sua vida
Cheia de graça, mas, não quer tua pirraça,
Deixa a vida da menina,
que se iguala na
mudez repentina.
Lai Câmara
segunda-feira, 10 de março de 2014
Clichê Sustentável
Arrepiou a canela
O corpo negou, mas
Os pés "sambou"
Digamos que na Bahia "lenhou" e "pintou".
Diego chegou, parei e ficou, ficou
E clareou aos pés ligados a alma do amor
Que move o balanço de tudo
Faltou o que?
Beber mais.
Deixai passar os velhos para que o novo se faça fortemente presente e consciente
Guardei o guardanapo que estrago
Baiano que diz que nasce abaianado...
Eu nasci foi enfeitiçado
Na essência sou eu o ser que nao vive sem mim, sem tudo isso
O meu só é meu
Quando entendo o todo reunido.
Claudemir Silva
Laís Câmara
Maria (Lívia França)
Arrepiou a canela
O corpo negou, mas
Os pés "sambou"
Digamos que na Bahia "lenhou" e "pintou".
Diego chegou, parei e ficou, ficou
E clareou aos pés ligados a alma do amor
Que move o balanço de tudo
Faltou o que?
Beber mais.
Deixai passar os velhos para que o novo se faça fortemente presente e consciente
Guardei o guardanapo que estrago
Baiano que diz que nasce abaianado...
Eu nasci foi enfeitiçado
Na essência sou eu o ser que nao vive sem mim, sem tudo isso
O meu só é meu
Quando entendo o todo reunido.
Claudemir Silva
Laís Câmara
Maria (Lívia França)
domingo, 24 de novembro de 2013
Maturidade
Tô eu cá, da maturidade me sentindo dona
Dela tirando proveitos confortáveis
Da tristeza nem importância dou mais, nem em um mais, nem em
mais um dos meus dias
Importância mesmo – no clichê do agora
Na maturidade aprendi que nem tudo é clichê, nem o do mesmo
clichê que sempre foi
Se da maturidade dos 33 sou ainda mais eu, e da dos tantos 3
mais 3 mais3 mais 3,
Serei amante de todas as conjugações,
É que se ainda n sou, ainda não os sou porque penso que vivi e não
vivi
Aceitar o não vivi é que ainda me resta
Maturidade dos 33 me levará pros afogados dos 3 mais 3 que
dão em vida muito do que eu sei e do que eu serei. terça-feira, 15 de outubro de 2013
Falsa oração
Perdoa senhor a minha escrita vaidosa,
Dai-me de volta,
Pra grata ser a tu e a mim.
De nada me importará,
É na felicidade de mim...
Perdoa [S]enhor a pouca crença e a falta de respeito,
Admito egoísmo e disperso minha vaidade
Oro a ti, com a diferencial crença,
A do egoísmo [S]enhor.
Perdoa e traz – a Lai que gosta de ser Lai,
Que tira proveito do todo e do resto do todo.
Lai Câmara
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Cutuca saudade
Das asas de leveza
Dos espinhos gostososDas brincadeiras reptadas
Medo, mando(ava) logo de princípio
Que me domine Entro(ava) na roda de umbigada
Não, mais nada...
Mundo esperto, mais que o meu,
podia
tudo, eu sabia
mas só algum desconhecido,
pra minha psicologia perder-se nas mãos, no umbigo, no “(ini)amigo”,
da solidão sem asas, com marcas,
na impressão de um porvir novo(íssimo).
Lai
Câmara
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